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Archive for the ‘Esboços’ Category

Até Deus Precisa de Tempo

Por Eguinaldo Hélio de Souza

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Na plenitude dos tempos [kairós], Deus enviou seu Filho… (Gálatas 4.4)

I. O chamado de Deus é importante. Mas as condições podem ainda não estar prontas

Foi Deus quem chamou a Abraão. Todavia, não deu a terra à sua descendência naquela ocasião porque antes precisava vir a multiplicação

Ele não lhe deu a terra, porque a medida do pecado dos amorreus não estava ainda cheia. (Gênesis 15.16)

II. A promessa de Deus é importante. Mas o cumprimento delas requer o momento certo.

José recebeu promessas grandiosas de Deus para as quais ele teve que esperar mais de uma década para ver o cumprimento (Salmo 105.17-22).

Quando aqueles anos se completaram, instantaneamente ele foi das masmorras para o trono do Egito.

III. Conhecimento é importante. Mas não é tudo. Há coisas que só a escola de Deus ensina

Moisés foi educado em toda a ciência do Egito, a maior potência da época (Atos 7.22). Todavia, teve de passar mais 40 anos no deserto, ouvindo Deus no silêncio, antes de estar pronto para sua grande missão. (Atos 7.30)

IV. A unção de Deus é importante. Mas unção só funciona em homens e mulheres quebrantados

Davi foi ungido rei por Samuel, no meio dos seus irmãos (1 Samuel 16.13). Porém, teve de enfrentar anos de perseguição, morar em cavernas, ser afligido por inúmeras dificuldades até que tivesse pronto, antes de ser reconhecido como rei (2 Samuel 2.4).

V. O preparo é importante. Mas é a maturidade que vai fazer valer seu preparo,

Paulo foi instruído aos pés de Gamaliel, um dos maiores mestres de seu tempo (Atos 22.3). No entanto, também teve que permanecer um tempo no deserto da Arábia (Gálatas 1.17). Ele teve de ser convidado para ensinar em Antioquia, antes de receber seu chamado missionário (Atos 13.14).

O tempo de espera não é tempo de estar parado. Cristão que é cristão só espera em movimento.

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O Processo do Perdão

Por Eguinaldo Hélio de Souza

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Lucas 15.11-32

Introdução: A falibilidade humana torna o processo de perdão essencial

I. Perdão se faz necessário onde há rompimento. E há muitos rompimentos nos relacionamentos humanos, com Deus e com o próximo. O amor divino só pode fluir onde os rompimentos foram sanados e o fluxo foi restaurado

II. Como Davi e Jônatas temos diversas conexões internas com pessoas diferentes (“a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi” 1 Sam 18.1)

* Conexão com Deus e com Cristo (1 João 1.3)

* Conexão com nossos cônjuges (Gênesis 2.23, 24)

* Conexões com nossos filhos (Isaías 49.15)

* Conexões com nossos irmãos em Cristo (1 João 1.3)

* Conexões com amigos (Provérbios 18.19)

III. Os elementos envolvidos na parábola do filho pródigo são os elementos envolvidos no processo de perdão e reconciliação. Precisamos compreender os pontos envolvidos para estarmos prontos e abertos para o processo de perdão

IV. No Pentateuco, Deus revela dois aspectos da sua obra conosco: em Êxodo suas exigências, em Levítico o caminho da reconciliação. Ele sabe que não podemos obedecer plenamente, então nos revela o caminho do perdão e da conciliação

V. Todo pecado é contra Deus, por isso o arrependimento inclui Deus e os homens.

VI. Os elementos do perdão e da reconciliação são:

1) Consciência do erro (Caiu em si)

2) Arrependimento (Mudança de mente)

3) A confissão (Não podemos deixar o silêncio virar muralha. É preciso que as palavras se tornem pontes).

4) A súplica (Todo perdão é uma dádiva. Não pode ser exigido, somente conquistado)

5) Aceitação (Como tem sido sua reação?)

VII. Sequelas – Um irmão não quis perdoar

VIII. Dentro do processo de perdão, nós podemos ser a parte ofensora, a parte ofendida ou ambas. Cabe a nós cumprirmos a nossa parte no processo para que haja reconciliação e o fluxo do amor de Deus continue

IX. Não espere chegar aos porcos para reconhecer seu erro.

X. A possibilidade de perdão não é licença pra pecar

CONCLUSÃO: COMO VOCÊ TEM SE COMPORTADO DENTRO DO PROCESSO? EM

QUE PONTO DO PROCESSO VOCÊ ESTÁ? VOCÊ TEM FEITO SUA PARTE?

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De Todo o Coração

Por Eguinaldo Hélio de Souza

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Biblicamente falando, nosso coração é o centro de nossas decisões. Vigiá-lo, isto é, observar seus movimentos equivale a sondar a nossa vida. Por isso está escrito: De tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas [decisões] da vida (Provérbios 4.23). É muito fácil fazer as coisas com o coração dividido, não completamente envolvido, não completamente comprometido.

Não é incomum louvarmos a Deus com os lábios e ter o pensamento distante (Mateus 15.8). As vezes nossa boca se move diante de Deus, mas nossa alma está em outro lugar. Fazemos coisas de má vontade, exercemos nosso ministério, nosso chamado simplesmente por obrigação.

Precisamos aprender a fazer todas as coisas para Deus usando nossa vida como um todo. Que Ele nos ajude!

Buscando a Deus de todo coração

Então, me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. (Jeremias 29.12, 13)

Adorando a Deus de todo coração

Eu te louvarei, SENHOR, de todo o meu coração; na presença dos deuses a ti cantarei louvores. (Salmo 138.1)

Buscando a Palavra de todo coração

Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos e o buscam de todo o coração. (Salmo 119.2)

Obedecendo a Deus de todo o coração

Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei e observá-la-ei de todo o coração. (Salmo 119.34)

Crendo de todo o coração

Disse Filipe: “Você pode, se crê de todo” (Atos 8.37 NVI)

Fazendo tudo para Deus de todo o coração

E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. (Colossenses 3.23, 24)

Nosso coração é a medida que Deus usa para avaliar nossas ações. Não é quanto tempo gastamos ou a quantidade de coisas que fizemos. E sim, quando do nosso ser esteve envolvido.

Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente Dele… (2 Crônicas 16.9)

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Nove Lições Sobre o Vaso e o Oleiro

Por: Eguinaldo Hélio de Souza

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Jeremias 18.1-6

 

Introdução: O episódio de Jeremias na caso do oleiro nos fornece ricas lições sobre o agir do profeta, de Deus (O Oleiro) e os vasos

 

I- Três lições do profeta

* Às vezes não basta Deus falar. Ele precisa mostrar

* Disposição – Deus fala com quem se dispõe

* Olhos e ouvidos atentos. Se não estivermos atentos perdemos muito do que Deus quer nos ensinar

 

II- Três lições sobre o oleiro

* Ele está sempre agindo / Ele agirá sempre

* Ele faz como Ele quer

* Ele faz o melhor

 

III- Três lições sobre o vaso

* Ele tem que estar na casa do oleiro

* Ele tem que estar no centro da roda

* Ele tem que estar nas mãos do oleiro (contato)

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Introdução, conclusão e seleção por Eguinaldo Hélio de Souza

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Algumas pérolas acabam se perdendo na imensa bibliografia cristã da história. Algumas vezes, por serem pequenas, pensa-se que são insignificantes. Grande engano. As frases e pequenos textos abaixo foram selecionados do livro Poder através da oração, de E.M. Bounds. São poderosos trovões sobre nós pregadores, que precisamos aprender de novo e de novo, que não somos meros formuladores de mensagens, mas pessoas que Deus chamou para a divina tarefa de proclamar ao mundo suas verdades.

Que elas possam servir de exortação e deleite a todos.

Homens são o método de Deus. A Igreja está buscando métodos melhores. Deus está buscando homens melhores.

A glória e a eficiência do Evangelho dependem dos homens que o proclamam.

O Espírito Santo não se derrama através dos métodos, mas por meio de homens. Não vem sobre maquinarias, mas sobre homens. Não unge planos, mas homens – homens de oração.

O mensageiro é, se possível, mais do que a mensagem. O pregador é mais do que o sermão.

A pregação não é tarefa de uma hora. É a manifestação de uma vida.

Homens mortos tiram de si sermões mortos e sermões mortos matam.

A pregação mais penetrante e forte do pregador deveria ser feita a si mesmo. Sua obra mais difícil, delicada, laboriosa e radical deve ser consigo.

Os pregadores não são produtores de sermões, mas formadores de homens e de santos. E só quem fez de si mesmo um homem e um santo está bem instruído para essa obra.

O sermão real é feito no recinto secreto

O púlpito de hoje é pobre em oração. O orgulho da erudição opõe-se à humilde dependência da oração.

A Igreja tem sido enfeitada, mas não edificada; agradada, mas não santificada.

A pregação que mata é a pregação sem oração. Sem oração, o pregador gera morte e não vida.

Os pregadores que são grandes pensadores e grandes estudiosos devem ser os maiores na oração.

O caráter de nossa oração determinará o caráter de nossa pregação. Uma oração ligeira fará uma pregação superficial.

Nenhuma erudição pode suprir a falta de oração.

Glória a Deus por palavras sublimes como essa. Que Ele nos auxilie a andar nessas alturas. Pois Ele faz nosso pés como os da corça e me faz andar pelos lugares altos. (Habacuque 3.19)

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Por Eguinaldo Hélio

Introdução: É comum muitos crentes simplesmente dobrarem o seu joelho e começarem a tagarelar diante de Deus. Se a oração é o diálogo mais importante de nossas vidas, então precisamos estar bem preparados para esse momento. Ou ousaria você entrar displicentemente no Santo dos Santos?

Preparado está o meu coração, ó Deus, preparado está o meu coração; cantarei e salmodiarei. Salmo 57.7

1 – Tranquilizando o coração

Em vos converterdes e em repousardes está a vossa salvação; no sossego e na confiança está a vossa força… (Isaías 30.15)

Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus… Salmo 46.10

Decerto, fiz calar e sossegar a minha alma; qual criança desmamada para com sua mãe, tal é a minha alma para comigo. (Salmo 132.2)

2 – Invocando ao Senhor

Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade. Salmo 145.18

Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Romanos 10.13

3 – Perdoando, confessando e sendo perdoado

E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Marcos 11.25

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. 1 João 1.10

Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes… (Romanos 5.1, 2)

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A Aventura da Adoração

Por Eguinaldo Hélio de Souza

 

Adorar a Deus é uma aventura, uma estrada ascendente que subindo sempre nunca se chega ao seu ápice nesta vida. E o viajante sabe que a montanha do louvor nestas terras decaídas tem seu limite e seu tempo. Ainda assim ele se esforça para que a sua adoração chegue cada vez mais perto do cume.

Como a oração, jamais nos formaremos na universidade da adoração. Permaneceremos sempre meninos tenros tentando balbuciar alguma coisa. O adorado é infinito e por isso nossa adoração finita não pode jamais se equiparar à sua plenitude. Seremos sempre aprendizes, olhando o rosto do Adorado e tentando fazer-lhe sorrir. Não estaremos sendo impulsionados pelo medo rejeição, mas pelo amor e candura Dele.

É contemplando sua face que aprenderemos o que lhe agrada. Ele nos ensinará o que convém. Ele mesmo nos fará adoradores e moldará a adoração. Ele mesmo nos capacitará a ser para Ele o que precisamos de fato ser. Porque somente Ele está destinado a ser tudo em todos.

Não buscamos Tuas Mãos,
Tua Face queremos ver
E conhecer Teu Coração
Revela Tua Glória com Poder

Aqui o poeta sacro captou a essência da adoração. Não são as mãos de Deus que nos interessam nesse momento. Sabemos que com elas Ele pode mudar tudo em nossas vidas. Que elas estão cheias de bênçãos, de amor, de graça para derramar sobre nós. Sabemos que delas emana tudo o que desejamos e precisamos. Mas não é o que importa agora

Agora queremos ver o rosto Dele para admirar sua formosura. Queremos contemplar sua beleza e nos extasiarmos na glória que dela flui. Ele não precisa fazer nada. Quem Ele é já nos basta.

Não importa o que há em suas mãos. Queremos conhecer o profundo do que há no coração de Deus. Queremos que o Espírito traga ao nosso espírito o que há no coração de nosso Amado. “Porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” (1 Co 2.10) E o Espírito em nós nos capacite a oferecer aquilo que lhe é agradável.

Isso é adoração

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